Após a leitura do texto “Experimentações artísticas em redes telemáticas”, de Gilberto Prado, selecionei o parágrafo abaixo (em negrito), sobre o qual me levou a produzir o texto abaixo (abaixo do texto em negrito).
“Através das redes podemos ir em todas as direções e já podemos começar a partilhar esses espaço virtual enquanto avatares em conexão com outros que estão em linha. A realidade virtual, segundo Jaron Lanier é o telefone do futuro.”
Devido aos avanços tecnológicos surgi uma nova tendência de sociedade, a geração virtual. Esses novos grupos que surgem, cada vez mais, trocam as relações contato pessoal, por uma relação virtual, através das redes sociais virtuais, tais como: Orkut, Facebook, Twitter entre outros. Essa geração inicia-se com o advento da Internet, tomando força com o surgimento do “IRC” (Internet Relay Chat), programa pioneiro em conversar virtuais ao vivo, os chamados chats. No decorrer dos anos, esses convívios sociais virtuais foram se aprimorando e tomando força.
Essa virtualização das relações tem proporcionado uma ampliação das redes sociais de cada individuo, haja vista a possibilidade da criação de uma rede de amizades em escala mundial, onde não é necessário ver ou conhecer pessoalmente todos àqueles que fazem parte do seu convívio, levando a uma conseqüente ampliação de conhecimentos, por possibilitar o convívio com diversas culturas. Por outro lado, tem-se perdido o convívio pessoal, onde não há cada vez menos o calor humano, como um abraço, uma conversa com olhar etc.
Um marco desta geração é o Second Life, jogo simulador de vida real, no plano virtual. Neste são criadas “vidas paralelas” incluindo até mesmo, trabalho, relacionamentos amorosos e de amizades, filhos e estudos. Algumas pessoas se refugiam neste universo paralelo, para realizarem seus desejos e sonhos, que muitas vezes não lhes é possível na realidade.
Todo esse avanço tecnológico e essas novas formas de relacionamento representam um grande ganho para a sociedade, pois permitem fácil acesso a qualquer lugar e pessoa do mundo, facilitando um intercâmbio cultural, que para a grande maioria seria algo praticamente impossível. Porém não podemos nos deixar alienar em meio ao fascínio que todo este avanço representa, não deixando de lado as relações presenciais, do convívio do dia-a-dia.
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